Envoltos num Perigoso Mar Caótico de Freq. Eletromagnéticas Artificiais

 

'Resonance : Beings Of Frequency', um filme de James Russell, é um documentário fascinante que revela  como nós, seres humanos, estamos submersos num oceano de frequências artificiais, que nos cercam, enchendo o ar e abafando a ressonância natural do planeta Terra. A olho nu o planeta parece ser o mesmo. Mas a um nível celular, trata-se da maior mudança que a vida na Terra já sofreu, e isso tem efeitos dramáticos na saúde humana.

 O documentário começa por nos falar da RessonânciaSchumann do planeta Terra e do efeito que esta ressonância natural tem sobre a saúde humana. Pesquisas científicas diversas vêm mostrando que sermos expostos a esta frequência,  é absolutamente essencial para nós, humanos. Ela controla a nossa saúde física e mental, ajuda o sistema imunológico, melhora a nossa sensação de bem-estar e sincroniza os nossos ritmos circadianos. 

 

O ritmo circadiano, ou ciclo circadiano, designa o período de aproximadamente um dia (24 horas) sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano e de qualquer outro ser vivo, influenciado pela luz solar. O ritmo circadiano tem, deste modo, influência sobre, por exemplo, a digestão, o estado de vigília, o crescimento e a renovação das nossas células.

 

Hoje em dia, estamos envolvidos num mar absolutamente caótico de frequências eletromagnéticas, quer seja quando usamos telefones móveis, sem fios,  os sistemas WiFi, quer seja quando somos permeados pelas frequências de emissão/receção sintonizadas, pelas cada vez mais potentes, antenas que existem espalhadas ao nosso redor.

A forma de funcionamento de um telemóvel é emitindo e recebendo frequências micro-ondas sintonizadas por uma estação base (antena). Portanto, ter um telefone móvel encostado à nossa cabeça significa que, inevitavelmente, teremos o nosso cérebro exposto a estas frequências. E o cérebro reage a esta exposição? Estudos recentes confirmam que SIM: o cérebro tem uma reação metabólica quando exposto a estas frequências.  A forma como estas micro-ondas são absorvidas pelo cérebro ficou conhecida como S.A.R (Specific Absorption Ray - absorção específica de radiação). Trata-se de uma forma de medir o aquecimento que estas ondas produzem no corpo humano. Na União Europeia o limite definido é de 2W/Kg e nos USA foi definido um limite de 1,6W/Kg.

Cada milímetro do crânio humano é, portanto, uma proteção importantíssima contra estas frequências micro-ondas.

Hoje em dia, as crianças recebem o seu primeiro telefone móvel, em média, aos 8 anos de idade. E, um crânio de 8 anos de idade é consideravelmente mais fino do que um crânio de um adulto. Será que os valores S.A.R contemplam este aspeto? NÃO... Aqueles valores são definidos para a espessura média de um crânio adulto, e pior, o modelo de crânio usado foi baseado num estudo de 10 mil crânios do exército militar americano, os quais serão com certeza maiores, mais fortes e mais espessos do que o crânio de uma criança de 8 anos de idade.

 

 Estudos sobre os riscos, para a saúde humana, decorrentes da exposição de frequências eletromagnéticas, provenientes das telecomunicações móveis, revelam que existe o risco de desenvolvimento de cancro. Mas, ... estes estudos tendem a ficar adormecidos!

Quase todos os países definem o seu limite de exposição pública à tecnologia Wireless (Sem Fios), baseando-se nas linhas de referência ICNIRP. Contudo, as linhas de referência da ICNIRP, nada têm a ver com os efeitos que a exposição à tecnologia Sem Fios tem na saúde a longo prazo.

 

 

"Parece óbvio que um ser, tão sintonizado nas frequências do planeta Terra (RessonânciaSchumann) e, tão sensível aos campos magnéticos do planeta, tenha naturalmente uma reação às micro-ondas criadas pelo homem...

Como é que um telefone móvel provoca um cancro?... ou talvez a melhor questão seja, como é que um telefone móvel  impede que o corpo humano se cure de um cancro? A resposta é: MELATONINA."

"A melatonina é uma hormona produzida no cérebro, precisamente na glândula pineal, e tem um fortíssimo poder antioxidante. Aliás, a melatonina é 5 vezes mais poderosa que a vitamina C e 2 vezes mais poderosa que a vitamina E. Esta hormona é segregada apenas à noite, já que é durante a noite, quando dormimos, que o nosso cérebro repara as células do nosso corpo... Então, é nesta altura que a melatonina vem fazer o seu trabalho. O nosso corpo perde por dia cerca de meio bilião de células e é, precisamente à noite, que o nosso corpo vai substituir essas células por um processo chamado mitose celular -  a divisão das células. E, o que a melatonina faz é limpar os radicais livres. Por cada noite que o nosso corpo está a tentar recuperar-se, milhões de radicais livres são criados como um subproduto da mitose celular. Estes radicais livres atacam as nossas células saudáveis."

 

 

 

O nosso corpo criou defesas contra estes radicais livres, nomeadamente o mais poderoso antioxidante - a Melatonina - um agente anticancerígeno muito poderoso. Assim, se tivermos valores fracos de melatonina no nosso corpo, isso implicará um sistema imunológico também mais fraco, distúrbios do sono, problemas de coração, etc.

 

 

A noite 'natural', implica a ausência de luz. E, é esta ausência de luz que a nossa glândula pineal lê, pois ela é sensível à luz. Portanto, a luz interfere com a mensagem que o cérebro emite para reparar as células. O problema surge quando o nosso cérebro não consegue distinguir entre os campos elétricos criados pelos humanos e as frequências de luz do dia. Então estes campos elétricos estão a suprimir a síntese de melatonina e isso, por seu lado, está a conduzir ao aparecimento de diversos cancros.

A hipótese, de que a glândula pineal não consegue distinguir entre, frequências de luz e frequências criadas  pelo homem, é apoiada por diversas pesquisas e, tem sido provado que, os campos magnéticos perturbam e inibem a produção de melatonina.

 

 

"Os nossos corpos estão preparados para a eliminação dos radicais livres através da produção correta de melatonina. Criámos em nós o preciso balanço, um sistema perfeito de defesa ...levou ao nosso corpo milhões de anos a aperfeiçoar esta técnica, uma técnica baseada no ambiente que nos tem envolvido ao longo desses milhões de anos, mas ao longo das últimas décadas  o nosso ambiente mudou, e mudou exponencialmente, ao que, a olho nu parece ser o mesmo, mas a nível celular é a maior mudança no ambiente que a vida alguma vez encontrou. O equilíbrio delicado foi perturbado, e a consequência de os nossos corpos não produzirem a quantidade certa de melatonina pode ser desastrosa. Os cientistas, de diferentes partes do mundo, acreditam agora que os radicais livres podem ser a causa e o fator de todas e conhecidas doenças, não apenas o cancro.

Nos últimos 50 anos temos nos vindo a emergir de forma exponencial em campos de radiação eletromagnética. Esta radiação está em todo o lado, à nossa volta. É invisível, não a podemos ver, mas sabemos que está cá. É difícil inverter esta situação, mas temos a escolha de tomar precauções contra esta exposição.

Eventualmente, ao aumentarmos a quantidade de frequências eletromagnéticas e micro-ondas na atmosfera, que é o que estamos a fazer, e já aumentamos 1 milhão de vezes as micro-ondas que as que tínhamos há 30 anos atrás, teremos definitivamente de, talvez, daqui por menos de uma década, olhar seriamente para este problema."

 

 

"Somos um organismo brilhante, mas complexo. A forma como o nosso corpo funciona não é um acaso, nem é algo que tenha acontecido de um dia para o outro. Como qualquer outra criatura neste planeta, adaptámo-nos ao ambiente em que existimos, um ambiente que, desde o princípio dos tempos,  tem tido um delicado equilíbrio de campos e frequências. Este fenómeno, não  apenas nos cerca como, faz de nós e do que somos. As células do nosso corpo comunicam umas com as outras usando frequências de luz e, o nosso ADN usa frequências eletromagnéticas para se reproduzir. Somos como toda a vida é, ... equipados com células que nos permitem sentir esses campos de formas que ainda mal conhecemos. Somos seres de frequência, de eletricidade, de luz e de magnetismo. Para sermos assim, demorou milhões de anos, um processo que começou com a primeira célula. Embora tenhamos abraçado a tecnologia Sem Fios e a tenhamos aceitado na nossa vida diária, a nível celular os nossos corpos não o fizeram. As frequências que atualmente nos cercam,  são tão alienígenas para as nossas células como seriam para os nossos olhos se as pudéssemos ver. As nossas crianças estão vindo ao mundo em corpos que não conseguem compreender estes campos e frequências.... Onde nos irá levar tudo isto? Neste ano, 2012,  já foi espalhada pelo mundo a tecnologia 4G, e para a acomodar, os níveis limites de frequências foram e estão a ser aumentados. WiFi está em quase toda a habitação, escola, ou escritório, cercando-nos constantemente. Telefones sem fios é a norma em qualquer casa... Numa altura em que a indústria deveria ter em primeira atenção a nossa saúde, ela está a desconsiderar as causas e efeitos dos seus produtos. O dinheiro fala mais alto! Se existir uma mudança, ela não virá da indústria, mas de nós. Apenas precisamos de abrir os nossos olhos e ver o problema!"

 

Fonte: Resonance - Beings Of Frequency (documentary film)

 

 

 

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publicado por odespertardoser às 14:50